Life’s too short to be serious

Todos os anos, nos seus últimos segundos, sempre me digo que o ano seguinte será diferente, mas isso nunca aconteceu; nunca realmente me esforcei pra isso. Mas esse ano, logo no início, minha vida deu uma volta enorme, que nunca pensei que daria.
Não sei se essa volta foi devido à minha, vamos dizer, desistência de algo que pensei que seria o certo pra mim, se devido à escolha do meu sonho de criança, ou se devido ao fato de eu passar a ver vídeos dele todo dia, mas aconteceu. Talvez eu tenha achado o que quero pro resto da vida, o que vai me fazer feliz, ou talvez ele me mostrou que a vida é melhor quando você vê piada em tudo, quando você não é tão sério. Afinal, a vida é curta.
Dizem por ai que ela é curta pra ser levada a sério, mas não. A vida é curta pra SER tão sério. Não podemos passá-la nos preocupando o tempo todo, mas temos que levá-la a sério sempre. Algo que eu não vinha fazendo.
Só temos uma chance de vivê-la. Uma. Não duas, não três. Não temos sete vidas como os gatos. Temos uma. “Ah, mas tem gente que praticamente tem uma segunda chance de viver.” Sim, mas não é por isso que você vai fazer de tudo que pode acabar com sua vida.
A vida é uma só, e o pré-requisito básico pra ela acabar é estar vivo. Então temos, sim, que viver, rir, achar graça das coisas, mas também devemos levá-la a serio. Sem SERMOS sérios.
A vida é bela, e nessa volta que 2014 me proporcionou, eu percebi isso.
Pela primeira vez em anos, eu digo com certeza: a vida é bela. Se não está, ela vai ficar.
“Life’s too short to be serious.”

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