Post nubila, Phoebus!

Lembro-me de ter dito a mim mesma, logo nos primeiros segundos do dia primeiro de janeiro, que esse ano seria diferente, que alguém entraria em minha vida e a deixaria melhor. E, bem, eu estava certa.
Ainda hoje, dois ou três meses depois, consigo me lembrar perfeitamente da primeira vez que coloquei meus olhos em você; consigo me lembrar perfeitamente daquela sensação ótima de rir de verdade com suas piadas idiotas; consigo me lembrar perfeitamente das primeiras palavras trocadas, de como me senti mal por nem ao menos ter te olhado quando passei por você, e você me cumprimentou; consigo me lembrar da primeira vez que falei qualquer coisa contigo, de sentir meu coração acelerado, e o ar começar a faltar. Não sei se isso pode ser chamado amor ou algo assim, não.
Mas sei que sou eternamente agradecida. Agradecida por você me fazer tão bem; por você fazer eu querer ser uma pessoa melhor, por fazer eu querer melhorar; agradecida por você me dar as forças necessárias para suportar mais um dia, para sobreviver; agradecida por você me ajudar tanto – mesmo que indiretamente –, fazendo tão pouco.
Mesmo que você não perceba, você foi a melhor coisa que me aconteceu nesses últimos tempos. “Post nubila, Phoebus”, e, em meio a tantas nuvens negras, você foi meu raio de luz, minha luz no fim do túnel, e, por causa disso, não importa o que aconteça, você sempre terá um espaço em meu coração, e, também, um pedaço dele.

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