Nadando

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Se não  tomamos o rumo que eu queria, isso não é tão mau (so para não dizer “tudo bem”). Se você não quis dar rumo ao nosso barco, também não é tão mau. Nosso vento foi fraco. Eu queria ventania. Ancoramos no meio do caminho, sem desculpas, sem explicação, sem motivos. Ainda estou sem entender como chegamos a ancorar aqui no meio do nada. Nada. Nadei. Você mudou de rumo, me deixando só e tive que nadar pra não me afogar em tentar entender “por que tivemos que parar aqui? Por quê?”.

Ainda aguardo respostas, mas mais do que isso, espero que não me deixe para trás nas tuas novas aventuras, que o mesmo mar que nos uniu não te deixe esquecer do que vivemos, que as ondas não levem mais do que a saudade, só para que eu fique bem.

Vez ou outra ainda me afogo, vez ou outra ainda preciso arrumar forças para nadar.

yanna

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